Alma Zen: May 2007

Friday, May 25, 2007

Sopa de batata

O tempo aqui no Rio tem estado uma beleza: frio e seco, do jeito que eu gosto. E gosto mais ainda porque nessa época a gente pode se deliciar com caldinhos, sopas e chocolate quente. Aqui em casa, a campeã de audiência é essa sopinha de batata:



Eu faço assim:

Corto uns 300 gramas de lombo defumado e pico bem picadinha uma cebola média. Douro a cebola em três colheres de sopa de azeite extra-virgem (tá, Reilla, eu sei que não pode, mas...) e junto o lombo. Deixo dar uma refogada (se precisar junto uma colher de sopa de água) e quando vejo que a cebola já ficou molinha, junto umas oito batatas médias picadas não muito pequenas. Coloco água suficiente para cobrir as batatas, junto sal, pimenta do reino moída na hora e uma folhinha de louro. Quando já está tudo bem cozido, retiro as batatas com um pouco do caldo e bato no liquidificador, com o cuidado de deixar os pedacinhos de lombo intactos. Volto com a batata processada para a panela e, nesse momento, acrescento uma colher de maisena dissolvida em um copo de leite. Mexo bastante até incorporar, deixo ferver, corrijo o sal, se necessário for e pronto! Um creme de batatas quentinho e macio para aquecer as barriguinhas. O Paulo como é magrinho, ainda salpica parmesão ralado na hora por cima. É uma alegria só.


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Tuesday, May 22, 2007

Há dias...

Há dias que inovar não é o melhor. O melhor mesmo é fazer as coisas como a gente está acostumada e pronto.

Explicando o desabafo: um amigo me emprestou uns livros mega caros, daqueles que a gente não empresta e tem muita vergonha de pedir, mas ele foi um fofo e eu uma cretina cara de pau. Então que fiz o que tinha que fazer usando luvas (exageraaaaada) e resolvi fazer um agrado na hora de devolver as raridades. Liguei para o amigo e perguntei que hora poderia entregar, deixando claro que o jantar dele e da esposa seria por minha conta, eu levaria uma quiche de agradecimento. Lógico que fui fazer a quiche que eu mais gosto, que acho mais inusitada, mas que sempre acerto. Cheguei em casa mais cedo, esbaforida e rumei para a cozinha. Devia ter um gnomo em cima da porta que sussurrou no meu ouvido: "Por que você não faz a massa com aquela outra receita??". Nem preciso dizer do desastre. A massa não prestou. Como tinha prometido a quiche, fiz a massa tradicional, devolvi os livros e entreguei o jantar do amigo querido com atraso.

PS. Ele me ligou mais tarde agradeceu e falou que estava uma delícia!!

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Monday, May 21, 2007

O chuchu que é um "xuxu"


Vocês sabiam que o chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Já era conhecido na antiguidade pelos astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época. Atualmente, está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil. É uma hortaliça de sabor suave, fácil digestibilidade, rica em fibras e pobre em calorias. Destaca-se como fonte de potássio e fornece vitaminas A e C?

Não preciso nem falar que a parte que me agrada é a parte "rica em fibras e pobre em calorias", certo?

Pois é. Mas sempre tive um enorme problema na hora de preparar esta hortaliça fruto, mas sempre faz parte das minhas compras. Está presente nas sopinhas de verduras ou então refogadinho com cebolinha e pimenta dedo de moça ou no indefectível soufle...

Hoje dei de cara com dois pobres chuchuzinhos encarapitados num cantinho da gaveta de verduras, meio murchinhos, até. Do outro lado da geladeira, um restinho de frango que sobrou da torta de ontem, então me surgiu a maravilhosa idéia de um frango com chuchu.

Antes aviso: as quantidades são chute, faça com o seu bom senso.

- 2 chuchus pequenos cortados tipo palito;
- mais ou menos 200 g de filé de frango cortados em tirinhas;
- uma cebola pequena cortada em titinhas;
- uma colherinha de café de óleo de gergelim (só pra dar um gostinho);
- 1/2 chávena de shoyu;
- 1/2 chávena de água;
- um tiquinho de nada de farinha para engrossar o molho;

Em uma wok ou frigideira de bom tamanho aqueça o óleo e refogue o frango até que ele fique branquinho. Refogue em seguida o chuchu e a cebola por uns minutinhos, junte o shoyu, a água e deixe apurar até que o chuchu fique meio mole, meio duro, e o molho reduza um tiquinho. Acrescente a farinha só para dar uma "engrossada" no molho.

Sirva com arroz e salada.

Sem qualquer coisinha, porque é tão simples...

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Saturday, May 19, 2007

Croque Monsier Natureba

Eu vi uma receita deste sanduba na Cláudia - ela ganhou da Faby - e me APAIXONEI pelos cravos que vão na receita. Fiz minha versão low fat (ou uma tentativa dela), vez que estou numa fase assim: low fat, diet, farelenta etc. Eu fiz meia receita pra um almoço lonely, pruque o Quelido-Quelido está em viajem (eu sei que viajem não é justa em finais de semana, mas desde que o aeroporto de Congonhas se transformou no maior ponto de baldeação de todo país, a gente se conforma).

(Nada de fotos: a câmera é morta, como já dito).

Do molho:
- um pouco menos que meio litro de leite (força. amiga, você consegue!!!);
- 2 colheres de sopa de margarina (eu usei aquela Becel - light e saborosa);
- 1 e 1/2 colher de sopa de farinha de trigo;
- 1/2 cebola pequena;
- 1 folha de louro;
- 3 cravos da índia (na original da Cláudia era um só pro dobro da receita, mas eu amo o doce misturado mo meio do salgado);
- pela Cláudia, a gente devia usar uma gema, mas no lugar, eu coloquei duas colheres de sopa de creme de leite fresco, fica ao gosto do freguês;

ADENDO IMPORTANTE: Na receita da Cáudia junta-se um tanto de queijo parmesão ou gruiere ao final. Adivinha se eu fiz isso??

Pra fazer é só aquecer a margarima, colocar a farinha e o leite aos poucos mechendo muito, vigorosamente mesmo, para não empelotar. Depois de tudo bem juntinho, coloca o cravo, a folha de louro e a cebola em pétalas. Coloquei também umas quatro pimentinhas do reino em grãos (que eu não resisto às pimentas). Depois separe tudo isso, ou seja, deixe só o creme e junte o creme de leite (ou a gema de ovo) fora do fogo.

Para todo o resto:
- 4 fatias de pão de centeio sem casca tostados no forno com margarina;
- 2 fatias grossas do presunto de sua preferência (eu usei um parma light - se é que isso existe - que eu tinha na geladeira);
- cream cheese (na receita da Cláudia não tem);

Montando:
Coloque uma bela porção do molho no fundo de um refratário, duas fatias do pão de forma por cima, o cream cheese espalhado nas fatias (eu tinha uns pedaços de muçarela de búfala na geladeira também e pus de recheio), fiquei com dó de desprezar as fatias de cebola e elas foram parar ali junto com o cream cheese, a muçarela e o presunto, cobri com as duas fatias restantes de pão torrado e o resto do molho. Por cima de tudo: noz moscada e queijo mineiro curado (vale um parmesão) e forno pré aquecido até dourar.

Repetirei a receita vezes e vezes a fim, porque para um almoçozinho solitário, a dois, a três ou a quantos forem...

Sirva com uma salada verde (no meu caso nem tão verde: tinha um restinho de cenouras e vagens passadas no azeite e alho de ontem).

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Friday, May 18, 2007

Salada de arroz?? E o "integral" do Léo

Mais um post sem fotos, a máquina é morta e minha burrice tecnológica não permite que eu consiga passar as fotos do celeular para o computador. Paciência...

Primeiro uma historieta básica de como surgiu esta salada na minha vida. Para os que não sabem, estou numa fase beeeeem natureba, naturebíssima para dizer a verdade, então tudo que tem verduras, farelos, integrais (tem uma história do Léo fantástica sobre os integrais que contarei no final), frutas, coalhada etc, é comigo mesmo.

Desta feita, Katicilene faz o arroz integral e deixa em pequenas porções congeladas para mim. Hoje Katicilene faiô, não apareceu, ligou às 9:00 da manhã avisando que tinha exame. E eu chego, esbaforida e doidinha de fome em casa à uma da tarde - porque precisei passar no super modi comprar uns trequinhos para o almoço de domingo que será feito amanhã - abro a geladeira e saco folhas de alface (vai anotando que a receita começou), rúcula, um restinho de tomatinhos cereja, vagem, cenoura e um restinho de frango de ontem. Dou uma espiada no freeeeezer e nada do arroz integral, então já que vou ter que fazer arroz, vou cozinhar a cenoura e a vagem no vapor e passar no azeite com alho, sal e umas gotinhas de limão.

Caras, há um problema sério na minha vida, meu arroz integral dificilmente fica bom como o de Kátia, entonces o dito ficou meio durinho. Mas eu estava com fome (já eram quase duas horas). Num átimo resolvi misturar tudo: arroz integral levemente al dente, alface picada bem fininha, rúcula ídem, tomatinhos picadinhos, cenoura (palito) e vagem passadas no azeite com alho, mais o restinho do frango desfiado...

Um detalhe interessante do meu ser é que eu acho que determinadas coisas não precisam de muito tempero. Eu acho que tira o sabor. Alface por exemplo, tomate por exemplo, pepino por exemplo. Então não pus sal, nem azeite, nem nada. Pra mim o tempero das coisas cozidas (arroz, vagem e cenoura, frango) ficaram de boníssimo tamanho. Mas para os amantes do sal vale colocar um tiquinho.

Não vou me vangloriar não, mas a gororoba ficou tão boa, mas tão boa que repetirei sempre!!!



Sub historieta: O meu Quelido-Quelido é gastroplastizado (fez cirurgia do estômago) e a nutricionista que o acompanhou por um bom tempo depois da cirurgia recomendou muito o uso de alimentos com pouco teor de gordura. Nesta rabeira, eu comecei a colocar coisas mais naturais na mesa, mais verduras, mais frutas e taus. Só que o Léo é meio avesso a estas coisas, ele gosta do feijão com pele de porco, dobradinha, da gordura da picanha e por aí vai. De vez em quando ele vai no super para mim (meu marido é um doce) e sempre ele trazia leite integral e eu: "Quelido-Quelido, era pra trazer do desnatado". O tonto fazia aquela cara de entendi enquanto na verdade não tinha ouvido uma palavra do que eu tinha falado. Da outra vez lá vinha o leite integral de novo, até que eu olhei bem na cara da criatura, tive certeza que ele me ouvia e disse: "Amor, o leite é DES-NA-TA-DO, sem nata, sem gordura, understand?". E ele: "Mas o arroz não é integral? Então o leite TEM que ser IN-TE-GRAL, Quelida". Eu agüento?

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Thursday, May 17, 2007

O melhor molho de lasanha ever...

Este molho de lasanha é o melhor dos melhores, creiam-me. Virou "receita de família" - na verdade a receita é da Ana Maria Braga. Treta rela: "Reilloca, faz aquela lasanha?". E lá vou eu para a cozinha fazer o molho.

Primeiro antes da receita: tenha tempo para fazê-lo. É um molho que precisa tempo, crianças do meu Brasil varonil, muito tempo e paciência. É ideal para um almoço de domingo nublado - o sabor é quente!!!

Para o molho à bolonhesa:
- ½ xícara (chá) de azeite;
- 1 cebola picada (bem picadinha);
- 2 dentes de alho picados;
- 2 folhas de louro;
- 1/2 cenoura grande ou uma pequena ralada;
- 1/2 kg de patinho moído (ou bem picado na faca);
- pimenta do reino a gosto ou pimenta dedo de moça picadinha ou uma bela malagueta;
- sal a gosto;
- ¼ copo (americano) de vinho tinto seco;
- 1 colher (sopa) de extrato de tomate;
- ½ copo (americano) de água;
- ½ lata de molho de tomate pronto;
- 3 tomates sem pele e sem sementes batidos no liquidificador (pode usar tomate pelado de latinha);
- 3 cravos bem picados na faca;
- 1 pitada de canela;
- 1 colher (café) noz moscada;
- 1200 ml de leite quente;
- Molho bechamel feito com 1 litro de leite (eu curto colocar um creme de leite no final e temperar com noz moscada);
- mais ou menos 300g de mussarela em fatias ou ralada;
- mais ou menos 100g de parmesão ralado;
- 500g de massa para lasanha ou 2 berinjelas (se você quizer a versão lasanha de berinjela) cortadas na horizontal e escaldadas com sal e alho;

Como faz?
Numa panelona coloque o azeite, dê uma leve dourada na cebola e adicione a carne aos punhado (muito importante: não coloque a carne toda de uma vez para não juntar água) e deixe a bichinha tostar. O primeiro segredo é este, a cane deve ficar croc-croc.
Quando estiver quase croc-croc, coloque a cenoura, o alho, o sal, a pimenta, os cravos, a canela e a noz moscada e deixe os sabores namorando por mais dez minutos.
Coloque agora o vinho tinto, o extrato de tomate diluído em água, o molho, os tomates batidos e deixe por mais dez minutos.
Agora entra metade do leite, o restante você vai acrescentando aos poucos. Fica na panela por uma hora e de vez em quando a gente tem que dar uma mexida básica - eu avisei que demoraaaaaaaava...
Quando perceber o molho está bem grosso, acrescente metade do molho bechamel.

Como monta?
Molho - massa/berinjela - mussarela - molho - massa/berinjela - mussarela até encher o refratário, por último o resto do molho bechamel e o parmesão ralado.

Leve ao forno para gratinar, coisa de uma meia hora, lamba os beiços e receba os elogios.

A tal da lasanha (feita com massa caseira integral da sogra) e a mão da Huga - o irmão que implora pela lasanha da mana pelo menos um domingo a cada dois meses:


E pra acabar com a palhaçada a tal da lasanha sem a mão do irmão:


Hoje é só uma coisinha mess: no lugar da mussarela experimente o queijo coalho ralado. Fica mais durinho e mais crocante. Fatias de pão italiano com alho e azeite, mais uma salada de rúcula e um vinho tinto são ótimos acompanhamentos. Vão por mim!!!

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Wednesday, May 16, 2007

Panquecas de Espinafre com Salada

Ontem resolvi ressucitar a cozinha. Sim, senhoras, senhores e senhoritas, ando tão entalada que até a cozinha jazeu morta. Mas como o tempo era ínfimo (e agora tudo que ponho na mesa são coisinhas bem saudáveis), fiz uma receitinha muito prática e gostosa (não deu tempo nem para a foto). Recomendo muito!!!

Para a massa da panqueca (faz quatro panquecas grandes):
- 1 xícara de chá de farinha de trigo (usei 1/2 branca, 1/2 integral);
- 1 ovo;
- 1 xícara de chá de leite (desnatado, né?);

Para o recheio:
- espinafre escaldado ou passado no azeite com alho;
- cream cheese;
- queijo minas fescal amassado com o garfo;
- sal;

Peraí, cadê as quantidades? Gentes, eu fiz tudo no olho. Façam o tanto que der para rechear as panquecas. Tem que ficar uma pasta homogênea e fica também uma delícia para rechear pãezinhos de alho ou como patezinho.

A massa: bate tudo no liquidificador e faça os discos. O recheio: misture tudo até formar uma pasta homogênea.

Recheia, põe um molhinho branco por cima e 10 minutinhos de forno, só para dar uma derretidinha nos queijos.

Servi com uma saladinha de rúcula, tomatinho cereja e músculo desfiado.


Uma coisinha: sua família tem mais pessoas? Dobre, triplique, quadriplique os ingredientes.


Outra coisinha: essa massa não vai sal, nem manteiga, nem óleo e é maravilhosa. Dá para fazer panqueca doce e salgada. Que tal uma panquequinha romeu e julieta? Queijo minas e goiabada cascão (ou geléia de goiaba e forno. Servir com uma bola de sorvete de baunilha... Ai, meus sais...

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Tuesday, May 01, 2007

Quiche de sobras de carne



Como eu disse na caixa de comentários da Fer, eu odeio que sobre comida. Aqui em casa não é muito comum, mas às vezes acontece. Geralmente, com carne assada. Eu até gosto, mas depois de dois dias ninguém aguenta mais comer a mesma carne. E aqui isso sempre acontece: a carne parece endless, hehe. Então, como eu já não aguento mais ter que congelar a carne que sobrou (odeio comida congelada e descongelada, argh!), decidi inventar uma quiche maluca. Procurei na net pra ver se achava receitas, mas nada me agradou. Di modos que resolvi fazer assim:

- Passei as sobras de carne no processador (não sei dizer a quantidade. Umas três xícaras ou mais...). Coloquei numa panela com mais temperos (pimenta, cebola, molho de tomate, páprica, um tantinho de sal) e deixei cozinhar um pouco. Depois que cozinhou, dei uma engrossada com uma colher de farinha de trigo dissolvida em meio copo de leite. Mexi até ficar grossinho e deixei cozinhar mais um pouco (uns 5 min).

- Enquanto o recheio de carne cozinhava, fiz a massa da quiche. A qual, por coincidência, é exatamente igual à da torta de limão. Super-versátil essa massa. Abri a massa entre duas folhas de papel manteiga e fui arrumando numa forma de aro removível. Coloquei no forno de 180° por uns minutinhos só pra dar uma douradinha. Atenção: não dá pra tostar muito porque a quiche terá que ficar mais 45 min no forno para assar o recheio.

- Recheio frio, coloquei sobre a massa (deixei esfriar um pouco também, depois que retirei do forno) e cobri com o creme. Esse você faz batendo no liquidificador: três ovos, uma lata e meia de creme de leite, uma colher de chá de sal e uma xícara de queijo ralado na hora (eu usei provolone, mas se você não gostar, pode usar parmesão mesmo). Depois de cobrir a quiche, leve ao forno por mais 45 min ou até o creme ficar douradinho.

- A minha foi feita para um almoço solitário e acompanhada de salada verde. Juro que eu queria comer mais, mas tive que me conter!





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P.s.: A Sônia Hirsch sempre diz que combinar proteínas no mesmo prato é pecado mortal. Dificulta a digestão e tals. Mas como é pecado a gente faz só de vez em quando...

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