Cassoulet de preguiçoso da Miki

Desde que vi essa receita no blog da Miki fiquei com uma vontade danada de fazer. O tempo aqui no Rio anda fresquinho, particularmente favorável a uma comidinha mais encorpada como essa.
Como todos devem saber, o cassoulet é um prato de origem francesa, que data, possivelmente, da Guerra dos Cem Anos. Possui inúmeras versões, algumas bem sofisticadas, onde se inclui o confit de pato, carne de caça e por aí vai.
Aqui a coisa é extremamente mais simples, mas nem por isso, menos deliciosa. A minha versão ficou um pouco diferente daquela postada pela Miki, já que usei uma variedade um pouco maior de carnes.
Pra início de conversa, deixei 1/2 quilo de feijão branco de molho de uma noite para a outra. Numa outra bacia deixei também de molho: lombo salgado, paio, linguiça calabresa e costela salgada. A quantidade de carnes vai depender do número de famintos que você tiver sob sua responsabilidade. Troquei essa água do molho das carnes pelo menos umas duas vezes.
No dia seguinte, escorri o feijão e coloquei para cozinhar numa panela de pressão com água suficiente para cobri-lo. Junto com o feijão, deitei quatro folhas de louro e um cravo. Numa outra panela grande, coloquei as carnes com água e deixei ferver.
Quando a panela do feijão começou a chiar, esperei mais uns dez minutinhos e abri a panela, para ver se o feijão já estava no ponto, o que quer dizer: nem duro, nem mole demais. Vendo que não estava no ponto, fechei a panela e levei ao fogo novamente, até atingir o ponto certo. Enquanto isso, a água das carnes ferveu e eu escorri.
Feito isso, coloquei as carnes para cozinhar numa outra panela de pressão com um pouco de água (se você tiver só uma panela, transfira o feijão para uma caçarola). Para verificar se as carnes estavam macias (e elas não atingem o ponto ao mesmo tempo), usei o mesmo procedimento do feijão: abrir e fechar a panela. Conforme elas iam ficando macias, eu ia tirando, colocando junto ao feijão na outra panela e deixando ferver, que é pro feijão 'tomar o gosto'. À parte, cozinhei uma cenoura no vapor (cortada em pedaços grandes) e juntei ao feijão quando esta amaciou.
Quando esse processo acabou, coloquei óleo de milho numa frigideira funda e juntei: meia cebola picadinha, quatro dentes de alho, uma pimenta dedo-de-moça picadinha e um tomate grande. Deixei refogar e juntei isso ao feijão, juntamente com um pouquinho de pimenta ro reino moída na hora. Corrigi o sal, deixei ferver mais um pouco e estava pronto.
Como a Miki muito bem explica, esse prato é tão completo que basta servi-lo com arroz branco e uma salada verde. Ah! Também fiz uma farofinha de alho e manteiga. De sobremesa, tivemos palha italiana. Só sei dizer que, pelo restante do dia, consegui apenas tomar chás diversos e comer frutas leves, tipo maçã e pêra. O cassoulet preenche todos os espaços vazios que porventura tenhamos... Obrigada, Miki, pela deliciosa sugestão.
Como todos devem saber, o cassoulet é um prato de origem francesa, que data, possivelmente, da Guerra dos Cem Anos. Possui inúmeras versões, algumas bem sofisticadas, onde se inclui o confit de pato, carne de caça e por aí vai.
Aqui a coisa é extremamente mais simples, mas nem por isso, menos deliciosa. A minha versão ficou um pouco diferente daquela postada pela Miki, já que usei uma variedade um pouco maior de carnes.
Pra início de conversa, deixei 1/2 quilo de feijão branco de molho de uma noite para a outra. Numa outra bacia deixei também de molho: lombo salgado, paio, linguiça calabresa e costela salgada. A quantidade de carnes vai depender do número de famintos que você tiver sob sua responsabilidade. Troquei essa água do molho das carnes pelo menos umas duas vezes.
No dia seguinte, escorri o feijão e coloquei para cozinhar numa panela de pressão com água suficiente para cobri-lo. Junto com o feijão, deitei quatro folhas de louro e um cravo. Numa outra panela grande, coloquei as carnes com água e deixei ferver.
Quando a panela do feijão começou a chiar, esperei mais uns dez minutinhos e abri a panela, para ver se o feijão já estava no ponto, o que quer dizer: nem duro, nem mole demais. Vendo que não estava no ponto, fechei a panela e levei ao fogo novamente, até atingir o ponto certo. Enquanto isso, a água das carnes ferveu e eu escorri.
Feito isso, coloquei as carnes para cozinhar numa outra panela de pressão com um pouco de água (se você tiver só uma panela, transfira o feijão para uma caçarola). Para verificar se as carnes estavam macias (e elas não atingem o ponto ao mesmo tempo), usei o mesmo procedimento do feijão: abrir e fechar a panela. Conforme elas iam ficando macias, eu ia tirando, colocando junto ao feijão na outra panela e deixando ferver, que é pro feijão 'tomar o gosto'. À parte, cozinhei uma cenoura no vapor (cortada em pedaços grandes) e juntei ao feijão quando esta amaciou.
Quando esse processo acabou, coloquei óleo de milho numa frigideira funda e juntei: meia cebola picadinha, quatro dentes de alho, uma pimenta dedo-de-moça picadinha e um tomate grande. Deixei refogar e juntei isso ao feijão, juntamente com um pouquinho de pimenta ro reino moída na hora. Corrigi o sal, deixei ferver mais um pouco e estava pronto.
Como a Miki muito bem explica, esse prato é tão completo que basta servi-lo com arroz branco e uma salada verde. Ah! Também fiz uma farofinha de alho e manteiga. De sobremesa, tivemos palha italiana. Só sei dizer que, pelo restante do dia, consegui apenas tomar chás diversos e comer frutas leves, tipo maçã e pêra. O cassoulet preenche todos os espaços vazios que porventura tenhamos... Obrigada, Miki, pela deliciosa sugestão.


Labels: comfort food







