A saga - parte 1: a casa nova
Mudamos!!! Finalmente estamos instalados na casa nova, reformada, repaginada, rejardinada, repintada. Espero não me afastar tanto daqui porque me faz falta e pronto.
Mas hoje, especialmente, não tem receita. Tem história. A história da mudança que me fez enxergar umas coisas que me passavam batidas. Então senta que o post deverá ser do tipo "longo desabafo".
Ficamos sabendo que em breve seríamos um casal sem teto ano passado (lembra Cris, que eu te falei pelo telefone?), mas nem passava pela minha cabeça sair da casa antiga muito menos procurar casa nova. Só uma sensação de leve desamparo tomou conta, mas nada de mais.
Em maio recebemos a notificação que deveríamos desocupar a casa. Lá vou eu correr atrás de outra casa. A busca foi bem mais difícil porque ora a casa não era lá essas coisas, ora o preço era exorbitante.
A primeira vez que entrei na casa nova disse comigo mesma que o lugar era inabitável. Sujeira para todo lado, paredes carecendo pintura (pensa num verde calcinha na fachada), mato e bichos rastejantes. Devolvi as chaves, sentei na calçada e chorei.
Quando cheguei em casa o Quelido Quelido perguntou pela casa e eu disse que tinha potencial, mas só com uma boa reforma poderia ser habitável.
No dia seguinte voltei e olhei bem para a cara da bichinha. Sabe que à segunda vista ela era até simpática. Aqueles janelões verdes (verde colonial, descobri depois) eram até convidativos. Uma pintura, uma repaginada nos jardins (sim, jardinSSSS) e uma limpeza da boa poderiam fazer maravilhas. O marido que me acompanhou nesta visita também percebeu o potencial. Batemos o martelo e colocamos as mãos à obra.
Três semanas depois a monstrenga virou um palacete. Se eu não a tivesse visitado antes nunca diria ter sido um dia uma lástima em forma de casa.
A moral da primeira parte da saga é que devemos aprender a ver o belo no que parece feio e que as primeiras impressões nem sempre são verdadeiras mesmo!!!
Continua...
Mas hoje, especialmente, não tem receita. Tem história. A história da mudança que me fez enxergar umas coisas que me passavam batidas. Então senta que o post deverá ser do tipo "longo desabafo".
Ficamos sabendo que em breve seríamos um casal sem teto ano passado (lembra Cris, que eu te falei pelo telefone?), mas nem passava pela minha cabeça sair da casa antiga muito menos procurar casa nova. Só uma sensação de leve desamparo tomou conta, mas nada de mais.
Em maio recebemos a notificação que deveríamos desocupar a casa. Lá vou eu correr atrás de outra casa. A busca foi bem mais difícil porque ora a casa não era lá essas coisas, ora o preço era exorbitante.
A primeira vez que entrei na casa nova disse comigo mesma que o lugar era inabitável. Sujeira para todo lado, paredes carecendo pintura (pensa num verde calcinha na fachada), mato e bichos rastejantes. Devolvi as chaves, sentei na calçada e chorei.
Quando cheguei em casa o Quelido Quelido perguntou pela casa e eu disse que tinha potencial, mas só com uma boa reforma poderia ser habitável.
No dia seguinte voltei e olhei bem para a cara da bichinha. Sabe que à segunda vista ela era até simpática. Aqueles janelões verdes (verde colonial, descobri depois) eram até convidativos. Uma pintura, uma repaginada nos jardins (sim, jardinSSSS) e uma limpeza da boa poderiam fazer maravilhas. O marido que me acompanhou nesta visita também percebeu o potencial. Batemos o martelo e colocamos as mãos à obra.
Três semanas depois a monstrenga virou um palacete. Se eu não a tivesse visitado antes nunca diria ter sido um dia uma lástima em forma de casa.
A moral da primeira parte da saga é que devemos aprender a ver o belo no que parece feio e que as primeiras impressões nem sempre são verdadeiras mesmo!!!
Continua...
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